domingo, 10 de maio de 2009

Feliz Dia das Mães!

Nada melhor que retornar, mesmo que capenga, no dia das mães. Desejamos um feliz Dia das mães as nossa leitoras, e em particular às mães que eu amo como a Minha mãe Creuza, minhas irmãs (Márcia, Renata, Adriana e Telma) e claro, minha companheira de vida Celisa. Assim colocamos a disposição de todos, um dos melhores discos do nosso samba, Espelho de 1977 do sambista João Nogueira é um de seus melhores discos . É baixar, ouvir e curtir este dia das mães!

http://lix.in/-36d14f

domingo, 11 de janeiro de 2009

Eu Recomendo!

Vejam e ouçam o que achei na internet. Trago para vocês, a trilha sonora da mini-série global Maysa – Quando Fala o Coração. Polêmica, mas com uma voz espetacular, a cantora Maysa foi considerada a melhor cantora do Brasil em sua época, e até hoje é considerada uma das melhores. A mini-série da Rede Globo é dirigida pelo seu filho, o diretor Jayme Monjardim, nascido deseu casamento aos 18 anos, com o empresário André Matarazzo. Monjardim desenvolve a história com uma facilidade enorme, passeando pelo estilo romântico do samba-canção de sua mãe, ate o flerte com a Bossa Nova, depois do caso amoroso com o compositor Ronaldo Boscoli. Maysa também se envolveu com o Maestro Julio Medaglia. O uso abusivo de alcool e moderadores de apetite, deixavam seu temperamento instável. Suspeita-se que o efeito de anfetaminas tenha sido o responsável pelo acidente de carro que a matou.

A trilha sonora está espetacular como Maysa, vale a pena conferir, mas adianto que pirataria é crime, e se gostarem devem comprar o CD, assim que ele chegar nas lojas claro.

os links para baixar são:


Humor?


*Aviso: Este míssil foi lançado com o objetivo de destruir bases de lançamento de foguetes. Caso este estabelecimento não possua nenhuma base do tipo acima citado, ou já tenha regularizado sua situação junto ao Hamas, favor desonsiderar este projétil. Atenciosamente, Exército de Israel.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Faixa de Gaza: Este Filme Já assistimos!

Abril de 1943. A máquina militar do III Reich nazista de Hitler, massacrou os judeus do Gueto de Varsóvia. Dezembro de 2008, o IV Reich nazi-sionista, inicia o massacre dos palestinos do Gueto de Gaza, com sua máquina militar financiada pelos EUA.

As novas atrocidades cometidas pelo estado judeu colocam questões candentes. O bombardeio indiscriminado do povo palestino de Gaza pelos caças F-16 do estado nazi-sionista, mas de fabricação americana, até agora já deixou mais de 500 mortos e 2.500 feridos. Isto vem na sequência de um estado de sitio prolongado, em que se privou o povo palestino de alimentos, combustíveis e medicamentos. A palavra genocídio tem razão de ser. Ele está a ser efetuado desde há muitos anos. É um genocídio em câmara lenta. A cumplicidade/passividade da União Européia e dos governos de muitos países árabes (a começar pelo do Egito) é notória. De governos como o de Lula, que de forma cínica, hipócrita e irresponsável, chama ao cessar fogo ambos os lados, em uma tentativa de colocar no mesmo patamar o poderio bélico de Israel, financiado pelos EUA, e os mísseis de curto alcance usado pelo Hamas, Mas acima de tudo é notória a conivência de grande parte dos cidadãos de Israel, que de forma consciente apóiam a limpeza étnica que o estado nazi-sionista impõe no oriente médio.

Na década de 1930 o cidadão de classe média da Alemanha podia até alegar desconhecimento dos crimes perpetrados pelo nazismo. O aparelho de propaganda de Hitler jamais mencionava o holocausto em curso. A existência dos campos de concentração e dos fornos crematórios era cuidadosamente escondida. A Alemanha nazista nunca mencionava a existência de tais infâmias.

E o que se passa hoje em Israel? Os crimes do estado sionista são bem conhecidos. A realidade do apartheid é evidente para todos, basta olhar as muralhas que esquartejam a Palestina. Os assassinatos da polícia política de Israel são (em parte) divulgados na imprensa. As 100 toneladas de bombas já despejadas sobre o povo palestino de Gaza são anunciadas nos jornais israelenses. As perseguições ao espoliado povo palestino (10 mil palestinos presos) são notórias. Por isso – ao contrário do povo alemão dos anos 30-40 – o povo de Israel não pode alegar ignorância. Assim, excetuando as forças democráticas e progressistas (como o PCI, o Hadash e algumas personalidades dignas) deve-se colocar o problema da responsabilidade coletiva dos cidadãos israelenses que permanecem passivos ou dão apoio (inclusive com o seu voto) a um governo que comete tais atrocidades.

Neste momento é preciso repudiar a posição cúmplice do atual presidente da Autoridade Nacional Palestina, sr. Mahmud Abbas. Este, apesar da carnificina em curso do seu povo, optou por acusar o Hamas pelo que está acontecendo e de forma submissa procura negociar com os assassinos israelenses.

O repúdio à barbárie sionista deve ser universal. As manifestações contra o massacre e contra o estado nazi-sionista já começaram nos EUA e em outros países. O apelo ao boicote político e econômico deve transformar-se em realidade.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Jornalista Fala Sobre ataque israelense na Faixa de Gaza


da BBC

O jornalista da BBC Hamada Abu Qammar relata o ataque israelense à faixa de Gaza na noite de sábado (3) para domingo.
Qammar é morador da faixa de Gaza e tem parentes no campo de refugiados de Jabaliya, onde forças israelenses e militantes do grupo palestino Hamas entraram em choque. Israel não está permitindo que jornalistas internacionais cruzem a fronteira para a faixa de Gaza.

Confira o relato de Qammar.


"Na noite passada (sábado), onde eu moro, na parte central da faixa de Gaza, nós ouvíamos bombas, artilharia e também tiros disparados de helicópteros.

Eu estava observando tudo do topo da casa do meu irmão. Era assustador. Eu também fui para a rua na nossa área. Ela estava virtualmente vazia.

Nós estamos preocupados com os ataques aéreos, especialmente porque os israelenses advertiram uma família que mora aqui perto que eles pretendem destruir a sua casa.

As pessoas aqui ficaram chocadas e entraram em pânico após os primeiros ataques aéreos, há uma semana.

Agora, alguns estão deixando suas casas, não apenas no norte, mas em outros lugares também, onde há algum prédio do Hamas ou mesquita por perto. Eu vi algumas pessoas se mudando, eles em geral buscam abrigo com parentes e vizinhos.

Eu acabei de falar com um dos meus primos. Ele vive a cerca de 300 metros do campo de refugiados de Jebaliya. Ele disse que há muitos militantes prontos para disparar contra tropas israelenses, que não estão longe da estrada de Salahuddin, a principal via que liga o norte ao sul.

Ele disse que os militantes estão fazendo muita fumaça para esconder os seus movimentos.Ele disse que há atiradores, forças especiais e tanques israelenses próximos ao populoso campo da faixa de Gaza.

Se eles entrarem no campo, as pessoas estão preocupadas que a situação vai piorar ainda mais.
Ele tem dois filhos e há mais 15 pessoas na sua casa. Eles têm um quarto pequeno e estão todos amontoados ali, tentando se manter a salvo. Eles estão com muito medo.

Outro primo meu mora no campo. Um dos seus vizinhos ouviu na rádio local que meu primo morreu, mas eu não consegui confirmar a informação porque não consegui falar com ninguém.

Muitos dos telefones, especialmente no norte, não estão funcionando. É uma situação muito difícil, mas o que nós podemos fazer? Eu não posso nem ir ao escritório da BBC, as tropas israelenses dividiram a faixa de Gaza.

Essas coisas estão tornando a vida muito difícil das famílias em Gaza, especialmente se elas estão tentando se comunicar entre si.
Nós vivemos com preocupação. Durante toda a noite passada, não havia jeito de dormir, com os bombardeios, e não havia jeito de entrar em contato com nossos parentes. Eu tenho duas irmãs que moram no campo de refugiados de Jabaliya e elas também estavam tentando deixar as suas casas.

Eu estou tentando fazer meus filhos pararem de chorar. Eu tento fazer com que eles brinquem, eu estou com eles agora. Eu só quero que eles ignorem o que está acontecendo ao redor deles. Eles dormiram um pouco durante a noite, mas o som dos bombardeios continua os acordando.

Eu disse ao meu filho que tudo está acontecendo longe daqui, mas ele mesmo disse ter visto dois helicópteros acima de nós. Ele tem seis anos de idade. Ele sabe a diferença entre helicópteros, aviões não-tripulados, F16s... tudo isso."
Humor
Eu Recomendo


Voltamos com a corda toda, e esta coluna dominical inicia 2009 homenageando o Arraial do Pavulagem, grupo folclórico de Belém-PA, que tem este nome derivado de arraial (local onde se realizam os festejos, nas festividades dos santos) e de pavulagem, neologismo originário de pavão, que significa o formoso, bonito, e pomposo e que na linguagem popular tem o significado de "o que gosta de aparecer", ou o fanfarrão. O que iniciou como uma simples brincadeira, reunindo artistas na Praça da República –PA, se tornou um dos principais grupos folclóricos da região norte. Dedicado à pesquisa, à produção e à valorização da cultura popular de raiz feita na Amazônia.

No primeiro domingo de Junho de cada ano, um barquinho sai da Praça Princesa Isabel, no bairro do Condor (Belém), transportando o mastro de São João rumo à escadinha do cais na Praça Pedro Teixeira, este segue até a Praça da República onde o mastro é fincando, permanecendo lá até o final da quadra junina, onde acontece a derrubada do mesmo.O carimbó, o siriá e as toadas de boi dão o ritmo ao terceiro arrastão do mês, realizado pelo Arraial do Pavulagem, na Praça da República, para resgatar a essência da cultura paraense e festejar a quadra junina. Mais de três mil pessoas, entre participantes e brincantes, seguem o cortejo, que toma conta da Avenida Presidente Vargas desde a escadinha da Estação das Docas. A grande apoteose do arrastão acontece com a cerimônia dos mastros de São João e show do Arraial do Pavulagem, no anfiteatro da praça.sempre são homenageados os santos da época, cavalinhos e os tradicionais “cabeções”, além de adereços relativos à festa junina e às bandeiras fazem parte dos grupos do arrastão, valorizando os ritmos da terra e a cultura amazônica.

O “Pavulagem” já esteve no Amapá, e em Macapá diversas vezes, incluindo o marabaixo em alguns de seus trabalhos, e pelo trabalho de resgatar a cultura nortista é que o homenageamos, colocando o link http://www.badongo.com/file/2869418 para baixar o disco Gente da Nossa Terra, primeiro do grupo, mas lembramos que este blog não hospeda nem um disco, apenas indicamos onde eles se encontram na internet, e avisamos que se vocês gostarem, comprem o CD, pois pirataria é crime.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Um Feliz Ano Novo Pra Quem Conseguir!



Retorno!

Informo a todos os leitores do blog, que por motivos pessoais e técnicos, somente voltaremos no dia 4 de janeiro de 2009! Até lá, e um Ano Novo de muita luta e realizações à todos!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

“Cala a Boca Lobato”

Sou Amapaense, nascido e criado em Macapá, sempre gostei da alvorada em minha terra, do som do Rio Amazonas e dos “popopôs” rasgando suas águas, do rádio ligado tocando merengue, cacicó e guitarrada misturados ao canto de curió criado em uma gaiola, o cheiro de café espalhado no ar, a conversa dos meus pais, tratando sobre assuntos diários noticiados pelo rádio, mas de forma tranqüila, sem tanto sensacionalismo... Estes eram os sons que eu ouvia em minha infância. Lembro ainda de uns vizinhos da família, um homem de idade mediana e uma mulher bem mais nova, um casal muito amigo de meus pais, com quem conversavam por horas. Ele muito estremado em seus espalhafatos gestuais e na forma de falar, ela comedida, mas muito severa, fazia questão de mostrar a todos que mantinha, sobre mão de ferro, o controle daquela relação, era comum ouvi-la gritar com o esposo “cala a boca Lobato”.
Mas a modernidade chegou, e trouxe suas mazelas. O Som melodioso e suave do rio Amazonas foi substituído por uma música estridente, vinda de uma “currutela” instalada em um local antes visitado por famílias inteiras, na frente da cidade, tendo como vizinhos a Fortaleza de Macapá e o Trapiche Eliezer Levy. No rádio, agora se ouvem muitas vozes, algumas conhecidas faz tempo, outras nem tanto. As noticias, passaram a ser comentadas com um forte sensacionalismo, comentários recheados pelo senso comum, que nada ou muito pouco acrescentam aos moradores de nossa cidade.
Nos últimos dias, estivemos atravessados por uma confusão de noticias desencontradas, sobre quem seria diplomado ou não para a PMM. As duas cassações de Roberto Góes e sua vice Helena Guerra, os candidatos do Governador e da velha raposa da política nacional, hoje ocupando o cargo de senador, foi responsável por uma chuva de informações e análises absurdas, com advogados que passaram a eleição inteira, batendo nos candidatos de oposição, galhofando-os, de forma consciente. Estes, que se consideram verdadeiros donos da verdade, que me forçam a pensar que a imprensa amapaense, ao menos a radiofônica, é carente de pessoas sem etiqueta de venda, com preço na alma, que defendam este governo e seus aliados com unhas e dentes, capazes de transformar qualquer cidadão de bem, honesto e de idoneidade inabalada, em um verme asqueroso. Mas também conseguem fazer o contrário, corruptos podem passar desapercebidos, em entrevistas “inocentes”, como paladinos da moralidade.
Isto, é o que substituiu o canto do curió, o som tranqüilo do “popopô”...a conversa entre os vizinhos...até o cheiro gostoso do café, acaba nos dando náuseas ouvindo as maiores asneiras propaladas por mentes vendidas, que ocupam as rádios matutinas para nos assombrar com seus comentários infames.
Às vezes, fica uma situação insustentável, penso que sou um imbecil, ou tratado como tal, manipulado por informações que começo a duvidar de sua veracidade. Mas na verdade, dá vontade mesmo é de imitar a vizinha de meus pais, e gritar bem alto, “CALA A BOCA LOBATO”.
Ps: qualquer semelhança é mera coincidência!